Mais de 48 milhões de brasileiros cuidam da saúde por meio de convênios privados.
Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e representam o maior patamar desde julho de 2016.
De abril do ano passado até o mesmo mês este ano, o número de contratos de planos de saúde cresceu em todas as modalidades.
Os coletivos empresariais foram os que tiveram maior alta, junto com o grupo de beneficiários acima de 59 anos.
O índice de inadimplência para planos com valores pré-estabelecidos caiu cerca de UM POR CENTO em relação a março, com um acumulado de SEIS POR CENTO.
Com maior adesão de usuários e queda na taxa de sinistralidade, que ficou em 80 POR CENTO no primeiro semestre do ano, a expectativa é de uma possível redução nos reajustes.
A taxa de sinistralidade é o cálculo entre os valores pagos e o número de procedimentos feitos pelo beneficiário.
Neste ano, está menor do que no primeiro semestre de 2019, antes da pandemia.

